SEJAM BEM VINDAS!

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“Continuo buscando, re-procurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar e anunciar a novidade”.Paulo Freire

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Cocar dos meus indiozinhos

Prova Piagetiana

Prova piagetiana

Fiz na minha sala a Prova Piagetiana com os meus alunos... É muito interessante!!! Vale a pena fazer com os seus também... Lendo vocês vão entender sobre o assunto... É dez!

Provas piagetianas



(já apliquei essa provas e são muito interessante vale a pena conferir)






Piaget em sua teoria criou estágios de desenvolvimento cognitivo. Para diagnosticar problemas de conservação ocorridos nos estágios pré-operatórios e de operações concretas.


A teoria piagetiana ressalta a importância de entender a qualidade de pensamento, os argumentos do sujeito ma tentativa de compreender as transformações da realidade.


Aqui temos 6 provas principais


Não-conservação Quando é apresentada para a criança não-conservadora a primeira deformação da bolinha de massa de modelar, esta irá julga-la maior, mantendo este julgamento mesmo que o experimentador insista sobre a dimensão negligenciada pela criança (ex. salsicha mais fina, mas mais comprida).


O problema da “volta empírica” é resolvido corretamente ou não pela criança.


Intermediário Oscila entre a conservação e não-conservação: numa mesma deformação a criança pode alternar seus julgamentos ora como iguais ou diferentes; faz julgamentos de conservação e não-conservação alternada nas diversas deformações; e pode apresentar alternância de julgamentos quando é contra-argumentada pelo entrevistador.


As justificativas da criança são pouco explícitas e incompletas.


O problema da “volta empírica” é resolvido corretamente pela criança.






Conservação


As quantidades são sempre julgadas iguais, usando o argumento de “identidade”, de “reversibilidade”, ou de “compensação”.


Os julgamentos de conservação se mantêm apesar das contra-argumentações.


LEMBRETE: Durante a aplicação da prova deve haver sempre um momento de confronto, em que é feita a transformação da realidade na frente da criança. A fim de observamos de ela entendeu o processo de conservação de números, ou fica apenas no aspecto visual dos objetos.


1. Conservação de números


Material: 11 círculos pequenos Vermelhos e 11 Círculos azuis (pode ser tampinha de garrafa, EVA, papelão...)






A criança recebera um saquinho com 22 fichas, explicamos a ela que as fichas estavam divididas em dois grupos, um grupo de ficha azuis e outro de ficha vermelha. não deixar explicita, em momento algum, a quantidade de ficha A criança deve, no decorre da aplicação da prova, contar a quantidade, se julgasse necessário.


Montar uma fileira horizontalmente com as fichas azuis e pedir a elas que montem uma fileira igual a nossa. Perguntar se há mais azuis ou mais vermelhas.


Confronto: A transformação será feita na frente da criança, ampliando o espaço entre as fichas azuis, perguntar novamente se hás mais fichas azuis ou mais fichas vermelhas.






2. conservação da Matéria


Material: Massa de modelas de duas cores (Compre uma caixa de modelar, pois para essa prova, usou uma vez, não pode usar novamente, pela questão do visual)






A criança deve perceber que a mudança de formato do objeto não interfere na quantidade de matéria do qual ele é composto.


Apresentar uma caixa de massinha de modelar com seis unidades. Retirar da caixa e mostrar às crianças que todas eram do mesmo tamanho. Pegar uma massinha amarela e outra vermelha (ou outra cor) e fazer duas bolinhas iguais. Em seguida, perguntar à criança em qual das duas bolinhas elas acham que há mais massinha.


Confronto: Realizar a transformação, na frente das crianças: pegar a bolinha amarela e fazer no formato de bolinha. Perguntamos se há mais massinha na bolinha vermelha ou na cobrinha amarela.


Verificar se as crianças compreendem a prova de conservação da matéria, e as transformações ocorridas perante seus olhares, como acompanharão o processo de transformação.






3. Conservação de Área






Material: 2 pranchas verdes retangulares de 20x25cm (pode ser EVA, papelão, papel cartão...), 8 quadrados vermelhos de 4x4 e 2 vaquinhas (EVA, cartolina, biscuit, de plástico...).






Colocar diante das crianças duas placas para representar pastos. Dar a elas duas vaquinhas do mesmo material. Explicar que elas devem colocar as vaquinhas nos pastos. Pegar dois quadrados exatamente do mesmo tamanho para representa a moita de capim que a vaquinha iria comer. Distribuir uma moita de capim em cada pasto. Perguntar em qual dos dois pastos há mais capim.


Confronto: Pegar mais dois quadrados do mesmo tamanho e distribuir da seguinte forma: no pastor da esquerda colocar as moitas lado a lado no sentido vertical e no pasto da direita as duas separadas horizontalmente. Perguntar em qual há mais capim.










4. Conservação de líquidos






Material: Copo de vidro (um copo transparente)






Pegar dois copos cilíndrico do mesmo tamanho, pedir a criança que nos ajude a medir a quantidade de água, de forma que fiquem igual nos dois copos.


Depois de colar a água na mesma altura nos dois copos, perguntar em qual deles há mais água.


Confronto: Pegar um copo alto e fino, transportar água de um dos copos iniciais para esse, em seguida interrogar em qual dos copos há mais água.


As crianças que responderem o copo alto e fino ainda não conseguiram estabelecer a equivalência entre os líquidos dos recipientes, o raciocino foi baseado em aspectos visuais.






5. Seriação de palitos.






Material: conjunto de 10 palitos com tamanhos diferentes (palito de sorvete)


"A seriação consiste na capacidade de organizar mentalmente um conjunto de elementos em ordem crescente ou decrescente de tamanho, peso ou volume." (Wadsworthm 1996)






A criança recebera palitos de diferentes tamanhos, deverão arrumá-los de menor para o maior como uma escadinha, todos juntos.






6. Inclusão de classe (esse é o mais difícil se você errar uma parte você acaba confundido a criança e não alcançado seu objetivo, já tive essa experiência)






Material: 10 margaridas (EVA, desenho, papelão, papel cartão), 3 rosas, 10 coelhos






O material apresentado a criança consiste em um saquinho contendo varias flores e coelhos. Explicar que as flores estavam dividis em dois grupos: um de flores chamadas margaridas e outro de flores chamadas rosa. Colocamos cinco margaridas lado a lado e, na fileira abaixo, três rosas lado a lado. Indagamos: Há mais flores, mais rosas ou mais margaridas?


Depois da resposta, procure através de questionamento conhecer melhor o pensamento da criança.






A questão seguinte será apresentada desta forma: Se nos tirarmos uma rosa, ficaremos com menos flores, menos rosas ou menos margaridas?






Pegar os 10 coelhos que estavam dentro do saquinho com as flores e colocar numa mesma fileira lado a lado, logo em abaixo das rosas. Formular uma nova questão: Há mais flores, mais rosas mais margaridas ou mais animais?






Você vai avaliar a linha de pensamento da criança, por isso perguntar o porque da resposta.














Sugestões

Achei lindos!!! Vcs não acham...

sábado, 3 de abril de 2010

Meia para o inverno

Materiais:







- 1 novelo da lã Pluma da Linea Italia na cor Ártico;- Agulha para tricô nº 5,5;- Agulha para costura.


Passo a passo:






Pontos: barra 1/1 (1 meia, 1 tricô), meia e tricô.1- Monte 40 pontos na ag. 5,5 e teça 4cm em barra;2- Agora trabalhe meia no direito e tricô no avesso a 14cm do início para formar o calcanhar. Trabalhe somente nos 20 pontos da direita e deixe os 20 pontos da esquerda a espera;3- Deixe de cada lado a cada 2 carr., 1 ponto (9 vezes) depois retome de cada lado e a cada 2 carreiras, 1 ponto (9 vezes);4- Retome todos os pontos a espera e trabalhe em ponto meia por 14cm; 5- Faça o ponto do pé. Trabalhe somente nos 20 pontos da esquerda, deixando 20 pontos da direita a espera. Deixe a espera, de cada 2 carreiras 1 ponto (10 vezes). Em seguida retome de cada lado, a cada 2 carreiras 1 ponto (10 vezes);6- Agora costure ponto a ponto e feche as laterais;7- Faça a outra meia invertendo os lados dos pontos a espera.


http://www.programaartebrasil.com.br/passo/passo_video.asp?id_Evento=107

NÍVEIS DA ESCRITA


Hipótese Pré- Silábica
A criança: - não estabelece vínculo entre a fala e a escrita; - supõe que a escrita é outra forma de desenhar ou de representar coisas e usa desenhos, garatujas e rabiscos para escrever; - demonstra intenção de escrever através de traçado linear com formas diferentes; - supõe que a escrita representa o nome dos objetos e não os objetos;coisas grandes devem ter nomes grandes, coisa pequenas devem ter nomes pequenos; - usa letras do próprio nome ou letras e números na mesma palavra; - pode conhecer ou não os sons de algumas letras ou de todas elas; - faz registros diferentes entre palavras modificando a quantidade e a posição e fazendo variações nos caracteres; - caracteriza uma palavra com uma letra inicial; - tem leitura global, individual e instável do que escreve: só ela sabe o que quis escrever; - supõe que para algo poder ser lido precisa ter no mínimo de duas a quatro grafias, geralmente três ( hipóteses da quantidade mínima de caracteres);supõe que para algo poder ser lido precisa ter grafias variadas (hipótese da variedade de caracteres)

Intermediário I
A criança: - Começa a ter consciência de que existe alguma relação entre a pronúncia e a escrita; - Começa a desvincular a escrita das imagens e números das letras; - Só demonstra estabilidade ao escrever seu nome ou palavras que teve oportunidade e interesse de gravar. Esta estabilidade independe da estruturação do sistema de escrita; - Conserva as hipóteses da quantidade mínima e da variedade de caracteres.


Hipótese Silábica
A criança: - Já supõe que a escrita representa a fala; - Tenta fonetizar a escrita e dar valor sonoro às letras; - Pode ter adquirido, ou não, a compreensão do valor sonoro convencional das letras; - Já supõe que a menor unidade da língua seja a sílaba; - Supõe que deve escrever tantos sinais quantas forem as vezes que mexe a boca, ou seja, para cada sílaba oral corresponde uma letra ou um sinal; - Em frases, pode escrever uma letra para cada palavra. Desafio: - Como compatibilizar, na escrita ou na leitura das palavras monossílabas e dissílabas, a idéia de quantidade mínima e de variedade de caracteres, se ela supõe que as palavras podem ser escritas com uma ou com duas letras? - Ao ler as palavras que escreveu, o que fazer com as letras que sobraram no meio das palavras (almofada) ou no final (sobrantes)?

- Se coisas diferentes devem ser escritas de maneira diferente, como organizar as letras na palavra?

Hipótese Silábico- Alfabética
A criança: - Inicia a superação da hipótese silábica; - Compreende que a escrita representa o som da fala; - Combina só vogais ou só consoantes, fazendo grafias equivalentes para palavras diferentes. Por exemplo, AO para gato ou ML para mola e mula; - Pode combinar vogais e consoantes numa mesma palavra, numa tentativa de combinar sons, sem tornar, ainda, sua escrita socializável. Por exemplo, CAL para cavalo; - Passa a fazer uma leitura termo a termo (não global). Desafio: - Como conciliar a hipótese silábica com a hipótese da quantidade mínima de caracteres? - Como adequar as formas gráficas que o meio lhe propõe à leitura dessas formas? - Como separar palavras ao escrever, quando elas não são separadas na fala? - Como tornar a escrita socializável, possível de ser lida por outras pessoas?


Hipótese Alfabética
A criança: - Compreende que a escrita tem uma função social: a comunicação; - Compreende o modo de construção do código da escrita; - Compreende que cada um dos caracteres da escrita corresponde a valores menores que a sílaba; - Conhece o valor sonoro de todas as letras ou de quase todas; - Pode ainda não separar todas as palavras nas frases; - Omite letras quando mistura as hipóteses alfabética e silábica; - Não tem problemas de escrita no que se refere a conceito; - Não é ortográfica nem léxica. Desafio: - Como entender que falamos de um jeito e escrevemos de outro? - Como aprender as convenções da língua? - Como distinguir letras, sílabas e frases?

Crianças com sindrome de Asperger

Bem, tenho uma criança com Sindrome de Asperger na minha sala e estou aprendendo a conviver com esse novo desafio... Acredito que não estamos preparados para a inclusão... Precisamos sempre estar preparados para o novo... Ai, vem a insegurança, a falta da capacidade... Então, é correr atras do prejuizo e seja o que Deus quiser...Segue sobre o assunto, espero estar ajudando, caso tenha algum caso em sua sala, por favor me ajude a compreender essa nova sindrome... Bjs Betania    
Sindrome de Asperger

 
As crianças diagnosticadas com Síndrome de Asperger apresentam um desafio especial para o sistema educacional. Vistas tipicamente pelos colegas de sala de aula como excêntricas e esquisitas, suas habilidades sociais ineptas freqüentemente as levam a ser feitas de bode expiatório. A falta de jeito e o interesse obsessivo por assuntos obscuros contribuem para sua apresentação “estranha”. Falta a estas crianças a compreensão das relações humanas e das regras do convívio social; são ingênuas e carecem de forma evidente de senso comum. Sua inflexibilidade e falta de habilidade para lidar com mudanças levam estas pessoas a ser facilmente estressadas e emocionalmente vulneráveis. Ao mesmo tempo, as crianças com S.A. (na maioria garotos) têm, com freqüência, níveis de inteligência na média ou acima da média e memória de rotina superior. Sua determinação por um tema único de interesse pode levá-las a grandes realizações na vida futura.



A Síndrome de Asperger é considerada um transtorno localizado no ponto mais alto do final do continuum do autismo. Comparando as pessoas incluídas neste continuum, Van Krevelen (citado em Wing, 1991) observou que a criança com autismo com nível de funcionamento baixo “vive num mundo próprio”, enquanto a criança com autismo com funcionamento mais alto, “vive no nosso mundo, mas à sua própria maneira”.



Naturalmente, nem todas as crianças com S.A. são iguais. Da mesma forma que cada criança com S.A., seja menino ou menina, tem sua personalidade própria e singular, os sintomas “típicos” de Síndrome de Asperger são manifestados de maneiras específicas para cada indivíduo. Conseqüentemente, não existe uma receita exata de intervenções em sala de aula que possam ser usadas para todos os jovens com Síndrome de Asperger, da mesma forma que não há um método educacional que preencha as necessidades de todas as crianças que não apresentam Síndrome de Asperger.



Estas sugestões são oferecidas somente no sentido mais geral e devem ser adaptadas para contemplar as necessidades únicas de cada estudante com Síndrome de Asperger.







Insistência em semelhanças



Crianças com Síndrome de Asperger são facilmente oprimidas pelas mínimas mudanças, altamente sensíveis a pressões do ambiente e às vezes atraídas por rituais. São ansiosos e tendem a temer obsessivamente quando não sabem o que esperar; Stress, fadiga e sobrecarga emocional facilmente os afeta.



Sugestões: fornecer ambiente previsível e seguro; minimizar as transições; oferecer rotinas diárias consistentes; evitar surpresas: preparar a criança previamente para atividades especiais, mudanças de horários ou qualquer outra mudança de rotina, independente de quão mínima seja; afastar o medo do desconhecido, mostrando à criança as novas atividades, professor, classe, escola, acampamento, etc. com antecedência, tão cedo quanto possível depois dele/dela ser informada da mudança, para prevenir medo obsessivo (por exemplo, quando a criança com Síndrome de Asperger precisa trocar de escola , ela deve ser apresentada ao novo professor, passear pela escola e ser informada de sua nova rotina antes de começar).





Dificuldades em interações sociais



Crianças com Síndrome de Asperger mostram-se inábeis para entender regras complexas de interação social; são ingênuas; extremamente egocêntricas; podem não gostar de contatos físicos; falam junto às pessoas em vez de para elas; não entendem brincadeiras, ironias ou metáforas; usa tom de voz monótono ou estridente, não-natural; uso inapropriado de olhar fixo e linguagem corporal; são insensíveis e com o sentido do tato deficiente; interpretam erroneamente as deixas sociais; não conseguem julgar as "distâncias sociais" exibindo pouca habilidade para iniciar e sustentar conversas; têm discurso bem desenvolvido, mas comunicação pobre; são às vezes rotulados de "pequeno professor" porque seu estilo de falar é semelhante ao adulto e pedante; são facilmente passados para trás (não percebem que outros às vezes os roubam ou enganam); normalmente desejam ser parte do mundo social.



Sugestões:

Proteger a criança de ser importunada ou bulida; nos grupos mais velhos, tentar educar os colegas sobre a criança com Síndrome de Asperger, quando a dificuldade social é severa, descrevendo seus problemas sociais como uma autêntica dificuldade; elogiar os colegas quando o tratam com jeito (isso pode prevenir que se torne bode expiatório, ao mesmo tempo que promove empatia e tolerância nas outras crianças); enfatizar as habilidades acadêmicas da criança com SA , criando situações cooperativas onde suas habilidades de leitura , vocabulário , memória e outras sejam vistas como vantajosas pelos colegas , aumentando dessa forma sua aceitação; muitas crianças com SA desejam ter amigos , mas simplesmente não sabem como interagir. Elas precisam ser ensinadas a reagir a situações sociais e a ter um repertório de respostas para usar em várias situações sociais. Ensinar as crianças o que dizer e como dizer. Modelar interações bidirecionais e treinar. Embora sua dificuldade para entender as emoções dos outros, crianças com SA podem aprender a forma correta de reagir. O professor pode educar um colega sensível e hábil quanto à situação da criança com SA e sentá-los próximos. O colega pode cuidar da criança SA no ônibus, no recreio, nos corredores, etc., e tentar incluí-lo nas atividades da escola.





Gama restrita de interesses



Crianças com Síndrome de Asperger têm preocupações excêntricas ou ímpares, fixações intensas (às vezes colecionando obsessivamente coisas não-usuais). Eles tendem a "leitura" implacável nas áreas de interesse; perguntam insistentemente sobre seus interesses; tem dificuldades para ir avante com idéias; seguem as próprias inclinações, a despeito da demanda externa; às vezes recusam-se a aprender qualquer coisa fora do seu limitado campo de interesses





Sugestões: não admitir que a criança com SA discuta perseverantemente ou faça perguntas sobre interesses isolados. Limitar esse comportamento designando um tempo específico do dia, quando a criança pode falar sobre isso. Por exemplo: a uma criança com SA com fixação em animais e tem inumeráveis perguntas sobre um tipo de tartarugas e pode ser permitido fazer essas perguntas somente durante o recreio. Isso fará parte de sua rotina diária e ela aprenderá rapidamente a se interromper quando começar a fazer esse tipo de perguntas em outros horários do dia;











Fonte: AMA – Associação de Amigos do autista
Karen Williams, traduzido por Beatriz Toledo

Texto adaptado para divulgação no site do Instituto Indianópolis

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Para você...

Desejo a todos 

que navegam por esse blog...

Uma Feliz Páscoa

beijos
Betânia 

Atividades variadas...